O mercado acionário brasileiro encerrou o pregão desta segunda-feira (1º de junho de 2026) no vermelho. O Ibovespa, principal índice da B3, caiu 0,91%, atingindo o menor patamar em três meses.
As perdas foram puxadas especialmente pelos setores de utilidades públicas, instituições financeiras e energia elétrica. Durante o dia, as ações em baixa superaram as que registraram ganhos, com 616 papéis recuando contra 363 que avançaram. Outras 39 ações terminaram o dia estáveis.
Destaques positivos
Entre as maiores altas do dia, destacaram-se:
- Totvs (TOTS3): +4,32%, fechando em R$ 34,44
- Brava Energia (BRAV3): +2,57%, cotada a R$ 20,74
- Cosan (CSAN3): +2,11%, encerrando o dia em R$ 3,84
Maiores quedas
Do lado negativo, as principais perdas foram registradas por:
- Minerva (BEEF3): -5,15%, alcançando o menor valor em cinco anos
- Raia Drogasil (RADL3): -4,44%
- Suzano (SUZB3): -3,01%, tocando o menor preço em três anos
Outros mercados
No câmbio, o dólar comercial recuou 0,25%, sendo negociado próximo a R$ 5,02. Já o euro caiu 0,19% frente ao real.
No mercado de commodities, o petróleo Brent subiu 5,73%, enquanto o ouro registrou leve queda. O café futuro recuou 2,11%.
O índice de volatilidade do Brasil (CBOE Brazil ETF Volatility) também apresentou redução, sinalizando menor incerteza entre os investidores no curto prazo.
Resumo do dia
A sessão foi marcada por um tom cauteloso no mercado brasileiro, refletindo ajustes após movimentos recentes. A predominância de ações em queda demonstra que o sentimento predominante entre os investidores foi de realização de lucros ou busca por proteção em meio à volatilidade global.
Os investidores seguem monitorando o cenário externo, especialmente dados econômicos dos Estados Unidos e o comportamento das commodities, que continuam influenciando diretamente o desempenho das empresas listadas na B3.




